Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007
MENOR E.
Não tenho qualquer dúvida sobre quem é culpado neste caso:É o Estado português, dado que nada disto se teria passado se a Justiça fosse célere em Portugal.

tags:

publicado por João Carvalho Fernandes às 12:00
link do post | comentar | favorito

RONALD REAGAN
"O governo é mais perigoso quando o desejo que temos de que ele nos ajude nos torna cegos quanto ao imenso poder que ele tem de nos prejudicar."Ronald Reagan


publicado por João Carvalho Fernandes às 08:00
link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007
COHIBA BEHIKE
BEHIKE03.jpgTrata-se do charuto mais caro do mundo, uma edição limitada a 4.000 exemplares, vendidos pela “módica” quantia de 15.000 euros uma caixa humidificadora com 40 exemplares.O nome “Behike” vem da época pré-colombiana, era o nome dado aos feiticeiros e médicos pelos índios Tainos.BEHIKE02.jpgFoi uma edição especial destinada a comemorar o 40º aniversário desta marca e apesar do elevado preço a centena de humidificadores disponíveis foi alvo de grande procura.NormaFernandez.jpgTodos os 4.000 charutos foram enrolados pela mesma pessoa, Norma Fernandez, a mais antiga funcionária da fábrica El Laguito, em Havana, onde trabalha há 39 anos.Os charutos foram fabricados no segundo semestre de 2005. Os cem humificadores, em cedro, foram fabricados pela casa parisiense Elie Bleu. Consta que um destes humificadores terá vindo para Portugal, contra quinze para os nosso vizinhos espanhóis....BEHIKE01.jpg

tags:

publicado por João Carvalho Fernandes às 17:30
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

ODA AL VINO - PABLO NERUDA
VINO color de día, vino color de noche, vino con pies de púrpura o sangre de topacio, vino, estrellado hijo de la tierra, vino, liso como una espada de oro, suave como un desordenado terciopelo, vino encaracolado y suspendido, amoroso, marino, nunca has cabido en una copa, en un canto, en un hombre, coral, gregario eres, y cuando menos, mutuo. A veces te nutres de recuerdos mortales, en tu ola vamos de tumba en tumba,picapedrero de sepulcro helado, y lloramos lágrimas transitorias, pero tu hermoso traje de primavera es diferente, el corazón sube a las ramas, el viento mueve el día, nada queda dentro de tu alma inmóvil. El vinomueve la primavera, crece como una planta la alegría, caen muros, peñascos, se cierran los abismos, nace el canto.Oh tú, jarra de vino, en el desierto con la sabrosa que amo, dijo el viejo poeta.Que el cántaro de vino al beso del amor sume su beso.Amor mio, de pronto tu caderaes la curva colmada de la copa, tu pecho es el racimo, la luz del alcohol tu cabellera, las uvas tus pezones, tu ombligo sello puro estampado en tu vientre de vasija, y tu amor la cascada de vino inextinguible, la claridad que cae en mis sentidos, el esplendor terrestre de la vida.Pero no sólo amor, beso quemante o corazón quemado eres, vino de vida, sino amistad de los seres, transparencia, coro de disciplina, abundancia de flores. Amo sobre una mesa, cuando se habla, la luz de una botella de inteligente vino. Que lo beban, que recuerden en cada gota de oro o copa de topacio o cuchara de púrpura que trabajó el otoño hasta llenar de vino las vasijas y aprenda el hombre oscuro, en el ceremonial de su negocio, a recordar la tierra y sus deberes, a propagar el cántico del fruto.Pablo Neruda

tags:

publicado por João Carvalho Fernandes às 15:30
link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007
WINSTON CHURCHILL
Via: O Portal da HistóriaPrimeiro ministro britânico, de 1940 a 1945 e de 1951 a 1955, foi quem dirigiu a Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial. Nasceu no Palácio de Blenheim, em Woodstock, no Oxfordshire, em 30 de Novembro de 1874; morreu em Londres em 24 de Janeiro de 1965.Churchill02.jpgEra filho de Lord Randolph Churchill e da sua mulher americana Jennie Jerome. Após ter acabado o curso na Academia Militar de Sandhurst e ter servido como oficial subalterno, de 1895 a 1899, no regimento de Hussardos n.º 4, foi correspondente de guerra em Cuba, na Índia e na África do Sul. Durante a guerra dos Boers, de quem foi prisioneiro, protagonizou uma fuga que o tornou mundialmente conhecido, e de que relatou as peripécias no seu livro De Londres a Ladysmith. Churchill entrou para a política como Conservador, tendo sido eleito deputado em 1900, mas em 1904 rompeu com o Partido devido à política social dos Conservadores.Aderiu ao Partido Liberal e em 1906, tendo sido eleito deputado, foi convidado para o Governo, ocupando primeiro o cargo de Sub-Secretário de Estado para as Colónias, mais tarde, em 1908, a pasta de Presidente da Junta de Comércio (Board of Trade).Após as eleições de 1910 foi transferido para o Ministério do Interior, e finalmente foi nomeado, em Outubro de 1911, Primeiro Lorde do Almirantado, onde impôs uma política de reforço e modernização da Marinha de Guerra britânica.Pediu a demissão em plena Primeira Guerra Mundial, devido ao falhanço da expedição britânica aos Dardanelos, na Turquia, de que tinha sido o principal promotor. Alistou-se no exército, e comandou um batalhão do regimento «Royal Scots Fusiliers» na frente ocidental. Regressou ao Parlamento em 1916, regressando a funções governamentais no último ano de guerra, como ministro das munições.Após o fim da Primeira Guerra Mundial, Churchill foi-se tornando cada vez mais conservador, continuando a participar activamente na política, como Ministro da Guerra (1919-1921) e Ministro das Colónias (1921-1922) em governos liberais. Em 1924 regressou ao Partido Conservador, sendo nomeado Ministro das Finanças (1924-1929) no governo conservador de Stanley Baldwin. Não participou em nenhum governo, de 1929 a 1939, mas continuou a ser eleito para o Parlamento, onde advertiu incessantemente do perigo que Hitler representava para a Paz. Em 1939 foi nomeado novamente Primeiro Lorde do Almirantado, e em 1940, no dia em que a Alemanha começou a ofensiva a Ocidente, invadindo a Holanda, a Bélgica, o Luxemburgo e a França, foi nomeado Primeiro Ministro. Fez com que o seu país resistisse às derrotas dessa Primavera de 1940, e ao desaparecimento de todos os seus aliados ocidentais, da Noruega à França, e dirigiu-o durante a Batalha de Inglaterra. Finalmente, aliado à União Soviética, desde o primeiro momento da invasão alemã, em Junho de 1941, e com o apoio e depois a participação activa dos Estados Unidos na guerra, acabou por vencer Hitler. Mesmo antes do fim da guerra, sofreu uma derrota espectacular nas eleições de 1945, sendo o seu governo substituído pelos trabalhistas de Atlee. Voltou ao poder em 1951, sendo primeiro-ministro até 1955, ano em que pediu a demissão, devido a problemas de saúde. Foi nomeado Prémio Nobel da Literatura em 1953, pelas sua obra mas sobretudo devido aos 6 volumes da sua obra mais famosa: The Second World War. churchill03.gifPrimeiro discurso de Winston Churchill na Câmara dos Comuns enquanto primeiro-ministro britânico, em que apresentou uma Moção de Confiança ao Governo que ia dirigir:.....Neste momento de crise, espero que me seja perdoado não falar hoje mais extensamente à Câmara. Confio em que os meus amigos, colegas e antigos colegas que são afectados pela reconstrução política se mostrem indulgentes para com a falta de cerimonial com que foi necessário actuar. Direi à Câmara o mesmo, que disse aos que entraram para este Governo: «Só tenho para oferecer sangue, sofrimento, lágrimas e suor». Temos perante nós uma dura provação. Temos perante nós muitos e longos meses de luta e sofrimento. Perguntam-me qual é a nossa política? Dir-lhes-ei; fazer a guerra no mar, na terra e no ar, com todo o nosso poder e com todas as forças que Deus possa dar-nos; fazer guerra a uma monstruosa tirania, que não tem precedente no sombrio e lamentável catálogo dos crimes humanos. -; essa a nossa política. Perguntam-me qual é o nosso objectivo? Posso responder com uma só palavra: Vitória – vitória a todo o custo, vitória a despeito de todo o terror, vitória por mais longo e difícil que possa ser o caminho que a ela nos conduz; porque sem a vitória não sobreviveremos...... -----------------------------------------------------------------....In this crisis I think I may be pardoned if I do not address the House at any length today, and I hope that any of my friends and colleagues or former colleagues who are affected by the political reconstruction will make all allowances for any lack of ceremony with which it has been necessary to act. I say to the House as I said to ministers who have joined this government, I have nothing to offer but blood, toil, tears, and sweat. We have before us an ordeal of the most grievous kind. We have before us many, many months of struggle and suffering. You ask, what is our policy? I say it is to wage war by land, sea, and air. War with all our might and with all the strength God has given us, and to wage war against a monstrous tyranny never surpassed in the dark and lamentable catalogue of human crime. That is our policy. You ask, what is our aim? I can answer in one word. It is victory. Victory at all costs - Victory in spite of all terrors - Victory, however long and hard the road may be, for without victory there is no survival.....


publicado por João Carvalho Fernandes às 23:11
link do post | comentar | favorito

FRIEDRICH HAYEK
"Liberal é aquele que admite que o mundo obedece a leis que nós não dominamos."Friedrich Hayek


publicado por João Carvalho Fernandes às 16:00
link do post | comentar | favorito

PROJECT GUTENBERG
Gutemberg.JPGO Projecto Gutenberg, a mais antiga biblioteca electrónica do Mundo, já está disponível em Português, na Internet.Os milhares de livros-e disponibilizados gratuitamente no PG são produzidos por voluntários de todo o Globo, sozinhos ou no sítio de revisão colectiva Distributed Proofreaders.A nova versão pretende aumentar as taxas de literacia e a produção de livros electrónicos gratuitos no Mundo de Expressão Portuguesa. Espera-se, dentro de uma década, ocupar a terceira posição no número de obras em línguas europeias. Um objectivo ousado, que depende da capacidade de mobilização de toda a Comunidade Lusófona. Qualquer pessoa pode ser um voluntário. Apenas precisa de um livro velho. E de amor pelas Letras em Língua Portuguesa. Mais pormenores nesta página.Algumas dúzias de livros (antigos) já disponíveis em português, aqui

tags:

publicado por João Carvalho Fernandes às 11:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007
Los muertos "vivos"
Via: Unión Liberal CubanaLa enfermedad del dictador cubano sigue siendo un misterio, como lo fue la de varios líderes o dictadores, cuyo estado de salud fue mantenido en secreto por conve-niencias políticas. En España, por ejemplo, la agonía del dictador español Francisco Franco fue ocultada durante varios días, mientras este país se enfrentaba a Marruecos por parte del Sahara. dictadores.jpgEn Argentina, la grave enfermedad del general Juan Domingo Perón era también un misterio, que solo se vino a develar en sus días finales. Y en Rusia, la muerte del líder comunista Iósif Stalin fue un secreto por días, mientras se analizaba el efecto político que tendría en sus repúblicas. Así como unos muertos siguieron viviendo mientras se analizaba el efecto de la noticia, existen historias de otros que hicieron hasta hazañas ya sin vida.Tal vez, la más famosa está en el Cantar del Mio Cid, donde se relatan las gestas de Rodrigo Díaz de Vivar en la España medieval, conocido como 'El Cid Campeador', en el que se cuenta que su cadáver sirvió para ganar una batalla.Aunque los historiadores no han comprobado su veracidad, la epopeya romance dedicada a su vida cuenta que 'El Cid Campeador' murió en una batalla en Valencia contra los moros y su ejército subió su cadáver sobre su corcel blanco, lo ataron a la silla y galoparon con él frente a sus enemigos, que al creer que resucitó, decidieron rendirse. Juan Carlos Flórez, periodista e historiador, dice que generalmente esto no pasa en democracia."El manejo político más extraordinario de los muertos lo tienen las dictaduras comunistas porque hay muertos que están vivos, como las momias embalsamadas, tradición que empieza en 1924 en Rusia, con el embalsamiento del cadáver de Lenin. Pese a que ya es un país capitalista nadie se ha atrevido a coger el cuerpo y enterrarlo", dice Flórez.El caso de CastroDecenas de versiones se tejen sobre el estado de salud del octogenario líder cubano, que se convirtió en un secreto de Estado. Castro solo apareció en unas ocasiones en imágenes de televisión y en fotografías. La suerte real de Castro sigue siendo un misterio, desde julio del año pasado cuando se informó que tenía problemas intestinales, que había sido intervenido quirúrgicamente y que había entregado el poder a su hermano Raúl Castro.Ante la falta de información oficial, se rumora desde que tiene cáncer y que está en su fase terminal, hasta que ya está muerto. Esta semana, el presidente venezolano, Hugo Chávez, que lo visitó el año pasado en su lecho de enfermo, dijo que Castro sostenía una dura batalla contra la muerte. "Fidel ya murió, pero su cuerpo, como el de algunas ballenas muertas, nunca flotará, entonces nadie se va a enterar hasta meses después, cuando el hedor sea incontenible", dice un pescador cubano.Los últimos días de Franco y una posible guerraLa agonía del dictador español Francisco Franco, que gobernaba desde 1939, ocurrió mientras su país estaba al borde de una guerra con Marruecos, por una parte del Sáhara.Franco se enfermó de una gripe el 12 de octubre de 1975 y tres días después, los médicos descubrieron que sufrió un infarto, cuenta Victoria Prego, en un suplemento del periódico 'El Mundo', de Madrid. La noticia la mantuvieron en secreto y Franco asistió, el 17, a un consejo de ministros, pese a que los médicos le adivirtieron que podía morir en cualquier momento. Cuatro día después sufrió una angina posinfarto y ante la iminencia de su muerte, los médicos que lo atendían obligaron al Gobierno a dar cuenta de la situación, pero no se informó totalmente sobre la gravedad de su estado. Era tal el temor que tenía de que se supiera que estaba a punto de morir, que el 2 de noviembre, lo operaron en el propio palacio de El Pardo, para no llevarlo a un hospital.Dos días depués tuvo una nueva recaída y esta vez decidieron trasladarlo a la clínica La Paz, para operarlo nuevamente. Con Franco agonizando, España firmó su retirada del Sáhara, el 9 de noviembre, y once días después murió el dictador.La muerte del cura Pérez se supo a los dos meses"Compañeros del Ejército de Liberación Nacional, el Comando Central y la Dirección Nacional informa a ustedes la dolorosa partida de nuestro comandante y jefe Manuel Pérez Martínez..." Con este mensaje, del jefe guerrillero 'Gabino' y difundido por radio, se conoció en abril de 1988, dos meses después, la muerte del máximo líder de este grupo, víctima de una hepatitis.El guerrillero español, de 55 años, murió el 14 de febrero en las montañas de Santander y la noticia solo se la dieron a sus frentes regionales el 6 de abril.Esta decisión se tomó, según un analista militar, porque los demás jefes del grupo subversivo temían que la noticia desmoralizara a sus combatientes. También, mientras se decidía quién iba a ser su sucesor. En ese momento, el grupo tenía acercamientos de paz con el gobierno de entonces de Ernesto Samper.Un grupo de periodistas que estuvo retenido durante dos días por el Eln en la zona del sur de Bolívar presenciaron una ceremonia militar en la que la guerrilla le rindió honores al cura Pérez. Luego, la familia del sacerdote reconfirmó la noticia en declaraciones a un diario español.El tercer gobierno de Perón fue una agoníaLos graves problemas de salud del general Juan Domingo Perón, que gobernó a Argentina en tres períodos, fueron mantenidos en reserva por meses.Historiadores señalan que cuando lo eligieron en 1973 para su último período estaba muy enfermo. En noviembre de ese año, sufrió un edema agudo de pulmón y casi se muere sin atención.Prácticamente, su último gobierno, de menos de un años, fue su agonía. Estaba muy envejecido y finalmente el primero de julio de 1974 falleció de un paro cardiaco, pese a los intentos de reanimación que recibió del grupo de médicos que lo acompañaba.El ocultamiento de la muerte de StalinLa muerte del gran líder Iosif Stalin, máximo líder de la revolución comunista Rusa después de Lenin, ocurrida en el 5 de marzo de 1953, fue ocultada por varios días por los miembros de su partido.El historiador Juan Carlos Flórez cuenta que Stalin departió unos tragos en la noche en su casa en las afueras de Moscú, con los miembros de la cúpula comunista y al día siguiente no se levantó. Pese a que no salía a la hora que acostumbraba, sus guardias de seguridad no se atrevían a entrar a su habitación. Tras unas horas, ingresaron y lo encontraron tendido en el piso, vomitado e inconsciente. Los jefes políticos rusos llegaron a la casa y llamaron a unos médicos del kremlin. "De ahí surge la versión, que seguirá siendo un debate, que da cuenta que ellos dejaron que la situación se agravara para librarse de él y que dice que incluso lo envenenaron. Lo cierto es que Stalin murió", dice Flórez.Tras su muerte, los políticos no sabían qué hacer y empezaron a informar por radio, que Stalin estaba enfermo. "Sacaron unos boletines en los que se informaba que estaba enfermo, pero eran partes médicos muy enredados".Mientras tanto, los políticos decidían cómo se repartían el poder. "Mientras llegaban a un acuerdo les convenía que Stalin apareciera ante la opinión pública vivito y coleando". Finalmente, tres días después se dio a conocer la muerte del líder comunista y su cuerpo fue embalsamado y expuesto para que sus seguidores lo contemplaran.A Brezhnev Lo mantenían vivo a punta de drogasLos días finales de Leonid Ilich Brezhnev, máximo dirigente de la Unión Soviética entre 1964 y 1982, fueron difíciles. Mientras se debatía entre la vida y la muerte seguía gobernando. "Fue el caso más terrible. A Brezhnev lo mantenían vivo los médicos del Kremlin a punta de drogas, casi no hablaba, había perdido la dicción, lo sacaban a escenarios públicos sostenido por personas", recuerda Flórez.El líder soviético sufrió una crisis cardiaca en marzo y murió finalmente en noviembre. "Lo utilizaron como un mascarón de proa", explicó el historiador Flórez.De la Redacción de El Tiempo, Bogotá

tags:

publicado por João Carvalho Fernandes às 12:30
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

KANT
"A possessão do poder inevitavelmente delapida o livre uso da razão."Emmanuel Kant


publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00
link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007
ESTE MINISTRO É UM MENTIROSO - FERNANDO ASSIS PACHECO
Este ministro é um mentirosoque agonia quando ele discursae se fosse só isso: bale sem jeitoàs meias horas seguidas – e não pára!bem-aventurados os duros de ouvidoa quem o céu abrirá as portasdesliguem p.f. o microfoneou então tirem o país da fichaFernando Assis Pacheco

tags:

publicado por João Carvalho Fernandes às 18:30
link do post | comentar | favorito

mais sobre mim
pesquisar
 
Fevereiro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28


posts recentes

CHRIS GEOFFROY - A última...

BOLIVAR LUSÍADAS PROTAGON...

ANTÓNIO MEXIA - É SÓ COIN...

PROGRESSIVIDADE FISCAL

MENINAS E MENINOS DE OURO

CÂNTICO NEGRO - JOSÉ RÉGI...

ANTÓNIO COSTA, DEMITA-SE!

DESERTIFICAÇÃO...

MONUMENTO DE HOMENAGEM AO...

O ASTÉRIX QUE SE CUIDE!

Banner Publipt
arquivos

Fevereiro 2019

Junho 2018

Abril 2018

Novembro 2017

Setembro 2017

Junho 2017

Abril 2017

Março 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Agosto 2015

Abril 2015

Março 2015

Janeiro 2015

Novembro 2014

Setembro 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

Março 2005

Fevereiro 2005

Janeiro 2005

Dezembro 2004

Novembro 2004

Outubro 2004

Setembro 2004

Agosto 2004

Julho 2004

Junho 2004

Maio 2004

Abril 2004

Março 2004

Fevereiro 2004

Janeiro 2004

Dezembro 2003

Novembro 2003

Outubro 2003

Setembro 2003

Agosto 2003

Julho 2003

Junho 2003

Maio 2003

Abril 2003

Março 2003

tags

todas as tags

favoritos

Dos sítios que valem a pe...

Fazer um cruzeiro: yay ou...

Hoje vou contar-vos uma h...

Boa Noite e Bom Descanso

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds