Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
GEBALIS (III)
in: site da CMLCURRICULUM VITAENome: Mário Jorge Ribeiro PeçasEstado Civil: Casado, 2 filhosHabilitações Literárias:- Bacharelato Instituto Superior Economia e Gestão (antigo Instituto Comercial)Experiência Profissional:1956- Banco Português do Atlântico- Presta serviço no departamento de títulos – 1 ano- Dependência do Conde Barão – 1 ano- Agência de Almada (transferido por convite) em 1960, passa por mérito ao Quadro de Pessoal Maior, função de Contabilidade; Estrangeiro e Promoção Comercial1964- Serviço Militar Obrigatório1966- Banco do Alentejo ( por convite de Banco Borges e Irmão – então maioritários neste Banco)- Instalação do serviço de Inspecção e Controle- Instalação da Agência de Beja- Reorganização da Agência de Sines1967- Banco Borges & Irmão- 1º Gerente da Dependência dos Restauradores1969- Banco da Agricultura ( por convite )- Instalação do serviço de Inspecção e Orientação Técnico/Comercial de Agências e Dependências- No âmbito das funções exerceu o cargo de Gerente-Supervisor, por períodos mais ou menos longos, nas seguintes Dependências e Agências:- Estrela- Praça do Chile- S. Sebastião- Dependência/Sede- Filial/Porto- Figueira da Foz- Nazaré- Celorico da Beira- Seixal- Portalegre- Aljustrel -Ferreira do Alentejo- Lagos- Montagem do sistema de apoio e captação de poupanças (emigração) em Inglaterra (Londres)1975- Por delegação das Comissões de Nacionalização da Banca (Banco de Portugal) integra várias Comissões de integração nas delegações de Bancos Nacionais- Brasil- França- Luxemburgo- Alemanha1978- União de Bancos Portugueses (fusão dos Bancos de Agricultura-Angola-Pinto de Magalhães)- Nomeado Gerente da Zona- Responsável pela Área Ocidental da grande Lisboa, supervisionando 16 Balcões- Nesta fase por Delegação da Administração é nomeado Administrador-Delegado das seguintes empresas, onde o Banco era o maior credor: - Companhia de Comércio e Criação de Gados, SARL (TOBOM) – Lisboa- Sociedade Panificadora Nova Vouga, SARL – Sever de Vouga1986- Nomeado para instalar o Balcão principal do Banco na Av. José Malhoa- Executa a Gestão desta Unidade1989- Nomeado Director Regional da área Oriental de Lisboa- Supervisão dos Balcões- Praça do Chile- Almirante Reis- Paiva Couceiro- Olivais- Praça de Londres1991 (Dezembro)- Atinge a antiguidade máxima (35 anos) que permite a reforma antecipada (por comum acordo) com direito a 100% das remunerações contratuais1992 (Janeiro)- Aposentação por comum acordo1992 (Fevereiro)- PAVITRAÇO – Sinalização Rodoviária, Lda.- Gerente – Delegado- Responsável pela Gestão Corrente (Comercial, Administrativa e Financeira)1994 (Junho)- CONSTRUÇÔES CEREJO DOS SANTOS, S.A:- Assessor da Administração para a Área Comercial1995 (Julho)- CUBIERTAS &MZOV, S.A. (Espanha)- Director Comercial para Portugal1995 (Outubro)-Nomeado Administrador não Executivo da Empresa GEBALIS – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M.2003 (Maio)-Reconduzido como Administrador não executivo do Conselho de Administração da Empresa GEBALIS – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M.2004 (Dezembro)-Nomeado Administrador Executivo do Concelho de Administração da Empresa GEBALIS – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M.

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GEBALIS (II)
Gebalis_Francisco_Ribeiro.JPGin: site da CMLCurriculum VitaeFrancisco Reis RibeiroDados pessoais Nome: José Francisco Rocha Borges dos Reis RibeiroData de nascimento: 02-02-1971Estado civil: CasadoSituação Militar: Reserva territorialFormação Académica. Licenciatura de História na Universidade Lusíada – Área Científica – Média final de 14 valores.. Frequência do Mestrado em Ciências da Educação (curricular) – Universidade Nova de Lisboa.. Frequência do 3º ano da licenciatura de Direito na Universidade Católica Portuguesa (1990/1994).Formação Complementar. Pré-inscrição na AESE – Escola de Direcção de Negócios, PDE – Programa de Direcção de Empresas, a iniciar em Maio de 2005.. Inglês, falado e escrito (12º nível do Instituto Britânico). Francês, falado e escrito . Espanhol, bons conhecimentos. Participação nas acções de formação:- Windows e WordExperiência Profissional. Director Municipal de Acção Social, Educação e Desporto na Câmara Municipal de Lisboa – Desde Janeiro de 2003.. Adjunto da Vereadora Maria Helena Lopes da Costa - Pelouros Acção Social, Habitação Social e Educação da Câmara Municipal de Lisboa – 2002.. Docente no Instituto Politécnico de Tomar (Equiparado a Professor Adjunto)Disciplinas de História – Licenciatura em Administração Pública; História Económica e Social – Licenciatura em Gestão de Comércio e Serviços (Ano lectivo 2003/2004 e 2004/2005)Disciplinas de Introdução à Gestão e Gestão de Recursos Humanos (Ano lectivo 2002/2003). Docente Instituto Superior de Novas Profissões Cadeira de Ética e Deontologia da Profissão do 4º ano - Curso Turismo/Património (de 2001 a 2003). Director de Projecto na Associação das Oficinas Oficina Romani, escola de formação profissional e escolar para etnia cigana, que funciona desde Outubro de 1997. Projecto criado para apoio à comunidade cigana que residia no Antigo Bairro do Irmão Pobre (em Algés) demolido para a construção da CRIL.. Responsável pela preparação do Projecto Oficina Romani/Setúbal – 1998/99. Com o objectivo de promover a inserção social e profissional de jovens de etnia cigana.. Estágio na Fundação Evangelização e Culturas/ Associação Regresso das Caravelas de Setembro de 1995 a Julho de 1997, nas áreas do apoio e formação de voluntários para acções em países africanos de expressão portuguesa, bem como actividades de divulgação de Cultura Africana.Participação em Actividades e Acções de Formação . Voluntário no Antigo Bairro do Irmão Pobre, desde 1990, em actividades de ocupação de tempos livres das crianças e adolescentes.. Participação no grupo de trabalho com o objectivo de recolha de livros para a constituição da biblioteca de Universidade Católica de Moçambique, promovida pela Fundação Evangelização e Culturas, Outubro 1996.. Responsável pela organização da participação portuguesa, com 350 jovens, no Encontro Internacional das Equipas de Jovens de Nossa Senhora, em Ars, França, em Agosto de 1997.. Responsável pela organização dos Encontros Formação de Responsáveis e Formadores das Equipas de Jovens de Nossa Senhora, em Novembro de 1997 e em Novembro de 1998, com cerca de 200 participantes por encontro.. Responsável pela organização e coordenação dos Encontros Nacionais das Equipas de Jovens de N.S., Abril de 1997 e Maio de 1999, com a participação de cerca de 800 participantes por encontro.. Participação como orador no Tema “A Intervenção Social junto das Minoria Étnicas”, no Seminário “Formar contra a Exclusão”, promovido pela Associação Fernão Mendes Pinto, em Dezembro de 1998. Participação no Seminário “Terceiro Sector. Conhecem-no?”, promovido pela Rede Europeia Anti-pobreza/Portugal, sobre o relacionamento entre os Media o as ONG`s, em Julho de 1999. Participação como orador no Seminário “Os ciganos na educação: um desafio, uma mudança a construir...”, promovido pela C. M. de Reguengos de Monsaraz, em Outubro de 1999.. Participação como orador no Painel/debate “Como preencher a vida!”, realizado na Universidade Lusíada, com o Prof. Dr. João César das Neves, o Eng. Luís Coimbra e a Prof. Dra. Teresa Coelho, em Novembro de 1999.. Participação como orador no lançamento do livro “Ciganos e Educação”, promovido pelo Instituto das Comunidades Educativas, a 24 de Novembro de 1999.. Participação no IV Seminário Europeu “Juventude e Emprego na União Europeia” e I Fórum Municipal Emprego e Desenvolvimento, promovido pela C. M. de Cascais, em Novembro de 1999.. Participação como observador na XX Assembleia Geral da UCCLA – União das Cidades Capitais Luso – Afro – Américo – Asiáticas, em Luanda de 17 a 19 de Novembro de 2004.. Participação como orador no Workshop sobre Tecnologias de Apoio, promovido pela LPDM – Centro de Recursos Sociais, 15 de Novembro de 2004.. Participação no VII Comité de Políticas de Promoção Social e IV Encontro da Luta Contra a Pobreza Urbana/Rede 10 URB-AL – Inclusão e Promoção Humana: Estratégias das Cidades para garantia dos Direitos Humanos, na cidade de São Paulo, Brasil em de 8 a 10 de Novembro de 2004.. Assembleia Geral a UCCLA. Responsabilidade Social das Empresas – Integração de Pessoas com de Deficiência.. Seleccionado pelo German Marshall Fund of the United States/ Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento para o Programa Marshall Memorial Fellowship, que consiste numa deslocação de três semanas aos Estados Unidos da América para conhecimentos e troca de experiências de liderança, participação cívica, cultura, politica, negócios, entre outros. Esta deslocação está prevista para Julho de 2005.Outras Actividades. Actividades nas Equipas de Jovens de Nossa Senhora (movimento associativo de jovens com cerca 1400 membros).- Director da equipa de redacção da “Partilha” (jornal do movimento, com 1200 assinaturas e periodicidade mensal) e membro do Secretariado Nacional entre 1993 e 1995.- Responsável pela coordenação do Sector de Lisboa (com cerca de 800 membros) de Julho 1996 a Julho de 1997.- Responsável Nacional do Movimento desde Julho 1997 a Maio de 1999. . Monitor nos campos de férias SAIREF, para jovens dos 14 aos 16 anos, de 1995 a 1997.. Membro do Conselho Paroquial de Santa Maria de Belém (Jerónimos), para as actividades na área do apoio social, entre 1995 e 1998.. Servita de Nossa Senhora de Fátima.. Sócio da Associação Cristã de Empresários e Gestores.

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GEBALIS (I)
PROPOSTA N.º 39/2006Considerando que:A Gebalis – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M., tem como principal objecto a gestão social, patrimonial e financeira dos bairros municipais;As cidades são feitas por quem nelas mora. Lisboa é uma Cidade rica pela sua diversidade cultural, étnica, social e económica. Os bairros de Lisboa afirmaram-se pelas suas vivências, as actividades económicas e sociais traçaram as características de bairros que se afirmaram na Cultura e Tradição de Lisboa.Os realojamentos deram a dignidade habitacional merecida a qualquer cidadão, a requalificação do espaço público, a conservação e manutenção do edificado, a construção de equipamentos de apoio têm sido a linha de actuação da autarquia, no sentido de dignificar e melhorar a vida dos que vivem nos Bairros de Gestão Municipal;A sustentabilidade económica e social dos Bairros é essencial à melhoria das condições de vida dos que neles vivem. O sentido de pertença a uma comunidade, a participação nas decisões e responsabilidade dessa comunidade melhora a integração no bairro, melhora a qualidade de vida do bairro, melhora a gestão de recursos do bairro;Os Bairros de Lisboa têm características próprias, problemas comuns e problemas específicos, uma tradição consolidada ou o desafio de construção de uma nova comunidade;Se torna prioritário implementar uma política de diagnóstico, participação, colaboração e responsabilização de todos os intervenientes na construção das redes de solidariedade (formais e informais), actividades económicas, prevenção da criminalidade, Educação e Saúde para a melhoria das condições de vida dos habitantes dos Bairros Municipais de Lisboa;A GEBALIS – Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, E.M. – é uma Empresa Municipal, cujo Conselho de Administração é composto por um Presidente e dois vogais;O mandato dos membros do órgão supra referido é coincidente com o dos órgãos autárquicos;Nos termos da alínea i), do n.º 1, do artigo 64.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro e do n.º 2, do artigo 5.º dos Estatutos da GEBALIS, compete à Câmara Municipal nomear os membros do Conselho de Administração desta empresa;Tenho a honra de propor que a Câmara delibere, ao abrigo das disposições legais já mencionadas, e das previstas nos artigos 7.º e 10.º dos Estatutos da GEBALIS, nomear, para Presidente do Conselho de Administração da empresa, o Exmo. Senhor José Francisco Rocha Borges dos Reis Ribeiro, cujo curriculum se anexa, novamente para Vogal Executivo, o Exmo. Senhor Mário Jorge Ribeiro Peças cujo curriculum se junta, e também para Vogal Executiva, a Exma. Senhora Clara Regina Machado da Costa, cujo curriculum igulamente se anexa. Paços do Concelho, Lisboa, 31 de Janeiro de 2006 O Presidente António Carmona Rodrigues carmona202.jpg

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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
PEDRO ROLO DUARTE
in: Pedro Rolo DuarteAs caras daqueles safados, isso eu queria ver28 Outubro 2008Há uma porrada de dias que os jornais falam de Francisco Ribeiro, Clara Costa e Mário Peças, os “bons rapazes” que administravam a falida empresa municipal Gebalis (4,97 milhões de euros de prejuízo em 2006...), e que ao seu serviço se banquetearam pelo mundo fora em restaurantes fantásticos (gosto especialmente do Tragaluz de Barcelona, do Zuma, em Londres, e do clássico Gambrinus aqui de Lisboa...), dormindo nos melhores hotéis, viajando acompanhados e apresentando as facturas que eles próprios caucionavam...Mas eu gostava de ver as caras deles. Gostava de os ouvir falar. Gostava de os ver sair de casa e ir à pastelaria ali da esquina. Gostava de saber os seus currículos, o que faziam antes e como foram parar à Gebalis – quem os convidou, quem concorreu a concursos ao lado deles, e o que fazem hoje em dia. Se são militantes dos partidos do costume. Se trabalham ainda para o Estado.Os nomes deles nos jornais não me dizem nada se não vierem acompanhados de uma vida, uma biografia, um percurso. Quero perceber de onde sai esta gente que usa, abusa, esmifra, rouba, e depois desaparece sem deixar rasto. Ninguém mostra a cara deles? Só temos direito a ver os criminosos de vão de escada e os homicidas enlouquecidos pelo ciúme e traição?A minha resposta: Your wish is my desire. E como uma boa telenovela é em episódios, preparem-se para ler várias entradas sobre este assunto...

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Iran has up to 6,000 uranium centrifuges: Ahmadinejad
Via: IRAN FOCUSTEHRAN (AFP) — President Mahmoud Ahmadinejad said on Saturday that Iran has boosted the number of uranium-enriching centrifuges to up to 6,000, in an expansion of its nuclear drive that defies international calls for a freeze.01_isfahan_intro.jpg"Today they (the West) have agreed that the existing 5,000 to 6,000 centrifuges do not increase and that there is no problem if this number of centrifuges work," Ahmadinejad was quoted as saying by state radio.Ahmadinejad said in April that Iran was working to install 6,000 more centrifuges at an underground hall in a plant at its nuclear facility in Natanz, where it already had 3,000 running.It is a major expansion of Iran's nuclear programme, which the West fears could be aimed at making atomic weapons.Iran is already under three sets of UN Security Council sanctions over its refusal to halt uranium enrichment, which makes nuclear fuel as well as the fissile core of an atomic bomb.World powers, seeking to resolve the standoff, have offered to start pre-negotiations during which Tehran would add no more uranium-enriching centrifuges and in return face no further sanctions.Iran was given a two-week deadline to give a final answer to world powers seeking a breakthrough in the crisis after talks a week ago in Geneva with EU foreign policy chief Javier Solana ended in stalemate.The United States, which took the unprecedented step of sending a top diplomat to meet Iran's chief negotiator at the Geneva talks, has warned Tehran of "punitive measures" if it spurns the offer and presses on with enrichment.Ahmadinejad said the US presence in at the Geneva talks was a "success" for Iran regardless of its outcome, state radio reported."They said a few years ago that talks without a US participation has no results and the US condition is suspending enrichment but it has happened today without satisfying the US condition."Ahmadinejad had vowed on Wednesday that Iran would make no concessions and that further sanctions would not force it to back down.Iran denies seeking nuclear weapons, insisting that its programme is designed to provide energy for its growing population when the leading OPEC member's reserves of fossil fuels run out.Permanent Security Council members -- Britain, China, France, Russia and the United States -- plus Germany have made Iran an offer, which includes trade incentives and help with a civilian nuclear programme in return for suspending enrichment.The New York Times on Tuesday released what it said was a two-page informal document that outlined Tehran's approach to talks in Geneva and was distributed by Iranian negotiators.The paper called for seven more rounds of talks, stressed the need for an end to sanctions, and made no mention of an incentives package.Iranian officials have repeatedly said they have no intention of freezing enrichment and that as a signatory to the nuclear Non-Proliferation Treaty, Iran has the right to make its own nuclear fuel.Vice President Reza Aghazadeh said on Thursday that the negotiations with the world powers could be used to resolve wider Middle East problems from the conflict in Iraq to surging oil prices.The standoff has stirred fears of Israeli or US military strikes against Iran, as US President George W. Bush has insisted Washington would keep all options on the table. It has also sent oil prices spiralling upward.Iran has repeatedly vowed a crushing response to any aggression against its soil, with Iranian officials warning that the military would target Israel and dozens of US bases in the region in retaliation.

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Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
E DE NOVO, LISBOA... - ALEXANDRE O'NEILL
E de novo, Lisboa, te remancho,numa deriva de quem tudo olhade viés: esvaído, o boi no gancho,ou o outro vermelho que te molha.Sangue na serradura ou na calçada,que mais faz se é de homem ou de boi?O sangue é sempre uma papoila errada,cerceado do coração que foi.Groselha, na esplanada, bebe a velha,e um cartaz, da parede, nos convidaa dar o sangue. Franzo a sobrancelha:dizem que o sangue é vida; mas que vida?Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,na terra onde nasceste e eu nasci?Alexandre O´NeillPoesias Completas1951/1981

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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008
El socialismo español y la dictadura cubana
Via : Unión Liberal CubanaPor Pablo Alfonso, Diario las Américas Si existe alguna medida para ejemplificar en política la obstinación y la insistencia, el socialismo democrático español es una buena muestra. Por lo menos, es lo que podría decirse, en el caso de Cuba. Desde hace veinte años el socialismo español está empeñado en convertir pacíficamente a la dictadura castrista en un régimen democrático. Una conversión a través de un racional proceso de consensos y realidades. Es una muy buena y loable intención. Lo malo es que el resultado ha sido una política de constante mano tendida, de olvidar desaires y ofensas, de convocar a un diálogo que La Habana ignora desde siempre y de apelar a un pluralismo político, que la esencia totalitaria del castrismo desconoce. Lo que hoy impulsa el canciller español, Miguel Angel Moratinos, no es nada nuevo. Ya lo ensayó antes el ex presidente del gobierno español Felipe González, a raíz del descalabro del comunismo en Europa y la desaparición de la Unión Soviética. Recordemos que fue a principios de los 90 cuando el ministro estrella de Economía, Carlos Solchaga, empacó sus maletas y aterrizó en La Habana, -siguiendo instrucciones de González- para ayudar al castrismo a reformar su economía, abrirse al mercado y enderezar el camino hacia la democracia. No hay que olvidar, que dentro de esa misma estrategia, el entonces canciller Javier Solana, propició en Madrid un encuentro exploratorio entre el ministro cubano de Relaciones Exteriores, Roberto Robaina con dirigentes del exilio. El primero y el único, sin mayores consecuencias. Vale decir que en esa década, el entusiasmo de los socialistas españoles, contagió también a una vieja figura del franquismo, Manuel Fraga Iribarne, quien como presidente de la Xunta de Galicia, no solo le rindió honores a Fidel Castro en Santiago de Compostela, sino que viajó a Cuba y apostó por la conversión de la dictadura a la democracia, quizás pensando en un modelo de “transición a la española”. Hoy, ese mismo entusiasmo lo comparte el comisario europeo de Desarrollo y Ayuda Humanitaria, Louis Michel, que con renovada esperanza acaba de declarar que tiene “el sentimiento” de que el régimen castrista está interesado en “recobrar los contactos tanto en el terreno de la cooperación como el diálogo político”. El contagio español, parece que ha llegado hasta el Quai d’Orsay cuyo portavoz, Eric Chevalier, indicó que Francia apoya “el proceso de transición hacia una democracia pluralista y una economía de mercado en Cuba”. Muy bien, pero ¿a cuál proceso se refiere? ¿Hay algún “proceso” en marcha en Cuba en esa dirección? Sería bueno preguntarle a los cubanos que viven en la isla si se respiran aires “de transición hacia una democracia pluralista y una economía de mercado en Cuba”. La frontera entre el optimismo y la ingenuidad es muy delgada. En la década de los 90, la estrategia inspirada por España para convertir a la democracia a la dictadura castrista, contó con el entusiasta respaldo de Carlos Salinas de Gortari, Cesar Gaviria y Carlos Andrés Pérez, presidentes de México, Colombia y Venezuela, respectivamente. Pocos a ños después Castro se burló en público de todos ellos y esculpió en tinta y papel una cínica explicación: “A todos los escuché con la paciencia de Job y la sonrisa de La Gioconda”. A Felipe González lo relegó al olvido; las reformas económicas propuestas por Solchaga las redujo a cenizas y terminó acusando a Solana de “traidor” y “genocida”. El período presidencial de José María Aznar tuvo más de hiel que de miel, en sus relaciones con Cuba, pero tampoco los Populares estuvieron exentos de intentar esa audaz conversión. El abanderado de la diplomacia española de turno, Abel Matutes, quien de alguna manera estaba al parecer vinculado a intereses inversionistas en Cuba, hizo sus pininos en el gastado empeño de bautizar al castrismo con las aguas del Jordán democrático y de libre mercado. Imagino que Pérez Roque tendrá muy presente que, aquellas aguas turbulentas, arrastraron a su antecesor Robaina y lo depositaron en el banquillo de los acusados. Puestos a recordar la perniciosa obstinación del socialismo democrático español y su fallida insistencia para convertir, mansamente, a la dictadura en democracia; sería bueno señalar también quién rompió los platos por la parte cubana y quién pagó por ellos. Nada más y nada menos que el propio Raúl Castro, tuvo a su cargo la presentación “del caso Robaina” ante un pleno del Comité Central del Partido Comunista de Cuba. Sus imputaciones, acusando a Robaina de “deslealtad”, corrupción y de autopromocionarse como ‘candidato’ de la transición poscastrista se difundieron en un vídeo proyectado a los militantes del Partido. Así lo contaba el diario español El País en su edición del 2 de agosto de 2002: “Raúl Castro reprocha además a Robaina que ‘sobrepasó todos los límites’ en su relación con el ex ministro español de Asuntos Exteriores Abel Matutes. ‘¿Acaso tú recibiste un mensaje de Fidel para orientar a Matutes de cómo debía abordar el asunto de los grupúsculos contrarrevolucionarios? Tú aconsejaste a Matutes de cómo debía desenvolverse en este asunto con Fidel. ¿A quién informaste de eso? ¿Eso no es deslealtad? Se habla con el enemigo, Robaina, pero no se le dan consejos’, dice Raúl Castro en una parte del vídeo, que dura más de dos horas y recoge la reunión del IV pleno del Comité Central del Partido Comunista de Cuba, el pasado 7 de mayo en La Habana”. No sé, pero me da la impresión que el canciller Pérez Roque tiene pesadillas con el asunto.

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publicado por João Carvalho Fernandes às 16:00
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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
A CULPA É DOS ELEITORES!
Nesta altura há bastante tempo que o PND tinha proposto a extinção de todas as empresas deste género.Os eleitores não quiseram. E ainda votaram massivamente em quem nomeou estes senhores e permitiu estas coisas. Agora paguem e não bufem!Entre 2006 e 2007Gestores gastam 64 mil euros em almoçosFoi ainda adquirido bens de luxo e CD de música, entre outrosO relatório da Polícia Judiciária sobre a gestão da Gebalis, entre Fevereiro de 2006 e Outubro de 2007, é devastador para a administração de Francisco Ribeiro, Clara Costa e Mário Peças, então presidente e vogais da empresa responsável pela gestão dos bairros sociais da Câmara de Lisboa, revela o «Correio da Manhã». Suspeitos da práticas dos crimes de abuso de mercado, administração danosa, participação económica em negócio e peculato. Só em restaurantes foi gasto, em 2006 e 2007, um total de 64.413 euros em 621 refeições. Em 2006, a Gebalis fechou as contas com um prejuízo de 4,97 milhões de euros. De acordo com o mesmo jornal, utilizaram ainda os meios financeiros que tiveram ao seu dispor, adquirindo bens de luxo («gourmet»), aquisição de de DVD com fins lúdicos, aquisição de livros, não só técnicos, mas de romances e ficção e CD de música, resultando na utilização de avultadas quantias em dinheiro para seu usufruto pessoal».

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publicado por João Carvalho Fernandes às 15:00
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008
UCRÂNIA
Cada dia que passa gosto mais de ucranianos.

Hoje ainda mais que ontem....


publicado por João Carvalho Fernandes às 22:47
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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
SEGREDO - MIGUEL TORGA
Sei um ninho.E o ninho tem um ovo.E o ovo, redondinho,Tem lá dentro um passarinhoNovo.Mas escusam de me atentar:Nem o tiro, nem o ensino.Quero ser um bom meninoE guardarEste segredo comigo.E ter depois um amigoQue faça o pinoA voar...Miguel Torga

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publicado por João Carvalho Fernandes às 21:16
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