Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2006
UNS POEMAS DE AGOSTINHO (II)
A quem faz pão ou poemasó se muda o jeito à mãoe não o tema.Prof. Agostinho da Silva


publicado por João Carvalho Fernandes às 14:00
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NÃO INTERESSA QUEM DESCOBRIU....
Portugal precisa de ter um domínio seguro da técnica moderna mas segundo o preceito de Unamuno: não nos importa absolutamente nada quem é que descobriu e domou a electricidade. O que nos interessa é saber onde está o interruptor… Portugal precisa de ressurgir cá dentro e de ressurgir na curiosidade do mundo.Prof. Agostinho da Silva


publicado por João Carvalho Fernandes às 13:00
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AGOSTINHO DA SILVA E AS UNIVERSIDADES
Todas as universidades deviam empurrar o sujeito a ser autodidacta. Deviam ter um ambiente tal que aquele que não se instruísse por ele próprio estava mal. Mas o que acontece é que os sujeitos vão para ouvir o professor, decorar o mais possível, portar-se bem na aula, fazer uma tese, se for caso disso, e pronto, está o caso arrumado… e ainda por cima saiem de lá com uma terrível ideia: a de que estudaram para terem uma profissão… ora hoje, sobretudo, isso é muito perigosos porque vamos desembocar num mundo em que não haverá profissões… elas só existirão enquanto a coisa não passa a Mundo Novo, porque quando passar… através da técnica… vamos ter muitos tempos livres… e, realmente, a ideia de todos nós é não termos profissão nenhuma…Prof. Agostinho da Silva


publicado por João Carvalho Fernandes às 12:00
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UNS POEMAS DE AGOSTINHO (I)
E posto que viver me é excelentecada vez gosto mais de menos gente.Prof. Agostinho da Silva


publicado por João Carvalho Fernandes às 11:00
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A RELIGIÃO DE AGOSTINHO DA SILVA....
Claro que sou cristão; e outra coisas, por exemplo budista, o que é, para tantos, ser ateísta; ou, outro exemplo, pagão. O que, tudo junto, dá português, na sua plena forma brasileira.Prof. Agostinho da Silva


publicado por João Carvalho Fernandes às 10:00
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AGOSTINHO DA SILVA E OS OBSTÁCULOS
Obstáculo foi coisa que jamais me importou; procurei sempre seguir nisto a lição dos rios: tiram a extensão e variedade de seu curso daquilo que se lhes opõe; ou das pedras: depende do que somos esbarrarmos nelas e nos queixarmos ou subir-lhes em cima e ver mais longe. Se eu fosse judeu da diáspora, o que não calhou, viveria de esperanças; como nasci com Cristo e vai toda a humanidade, ao contrário do que às vezes parece, de volta ao Paraíso, dentro e fora de nós se construindo, vivo de certezas; sempre apoiado na bengala da dúvida metódica, claro está.Prof. Agostinho da Silva


publicado por João Carvalho Fernandes às 09:00
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AGOSTINHO DA SILVA
Breve BIOGRAFIA (13/02/1906 - 03/04/1994) George Agostinho Baptista da Silva nasceu no Porto a 13 de Fevereiro de 1906 (de família alentejana e algarvia), tendo vivido parte da sua infância em Barca de Alva, junto do rio Douro, localidade que muito o marcou. Após concluir a Licenciatura e Doutoramento em Filologia Clássica na Faculdade de Letras do Porto, frequenta a Escola Normal Superior em Lisboa, tendo recebido uma bolsa para estudar em França. De regresso a Portugal, foi colocado no Liceu de Aveiro onde recusou assinar uma declaração que o obrigava a não seguir a ideologiamarxista.Tal como ensinava a liberdade de pensamento, assim procedeu, tendo sido demitido. Entre 1935 e 1944, reside em Madrid (como bolseiro) e depois em Lisboa (vivendo de aulas no ensino particular e de explicações) onde se relaciona com o grupo Seara Nova, e, posteriormente com António Sérgio. Em 1944, parte para o Brasil, onde escreve nesse mesmo ano o livro Considerações. Reside no Uruguai e Argentina, realizando trabalhos no domínio da histologia. Em 1947, regressa ao Brasil, onde ajudou a fundar universidades (afastadas, normalmente, dos grandes pólos de desenvolvimento), de estações científicas, de centros de pesquisa e intercâmbio, a par de intensa actividade pedagógica e pesquisas em entomologia e parasitologia. Em 1953, publica a sua única obra de ficção propriamente dita, Herta, Teresinha, Joan. Realiza inúmeras viagens pelo mundo, visitando países como Japão (que percorre demoradamente), Macau e Timor. Em 1969, passa a residir em Portugal, tendo sido nomeado conselheiro e consultor junto do ICALP, e ainda no Centro de Estudos da América Latina - Universidade Técnica de Lisboa. Morre em Lisboa no Hospital de S. Francisco de Xavier num domingo de Páscoa, a 3 de Abril de 1994.


publicado por João Carvalho Fernandes às 03:00
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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DO PROF. AGOSTINHO DA SILVA
Passa hoje o centenário do nascimento de Agostinho da Silva, um dos maiores pensadores portugueses, apesar de algo subestimado e da sua obra não ser tão conhecida quanto mereceria.O Fumaças associa-se a esta comemoração, dando a conhecer alguns execertos da obra do Prof. Agostinho da Silva.Agostinhoda Silva.jpg


publicado por João Carvalho Fernandes às 00:00
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